Olá a todos! É com muita felicidade que eu, LeBobsRick, retorno após dois meses de "castigo" deste lindo projeto: o blog do SGP. E garanto que haverá pelo menos uma postagem por semana para reaquecer este espaço tão único para amantes de jogos de luta e outros clássicos dos anos 90 - basicamente os jogos e franquias que eu mais gosto.
A primeira franquia que invadiu meu coração: Sonic, o mascote do meu 1º console, o Mega Drive.
O ano de 2017 foi extremamente complicado para mim a nível pessoal, porém quando o assunto foi videogames... Foi mais que espetacular: adquiri muitos jogos, assisti muitos gameplays, conheci games fantásticos e tive o melhor de tudo, muito tempo para me dedicar a este hobby. A prova disso foi o surgimento do blog, canal do YouTube, página no Facebook e até perfil no Twitter como ferramentas deste projeto com o nome Super Game Point.
Como não possuo Wii U ou Switch, Zelda BOTW não figurará nesta lista...
Para agradecer aos leitores e amigos que passaram por aqui, venho dividir com vocês uma lista dos 10 jogos que mais me tomaram tempo neste ano. Não espere apenas por lançamentos, jogos AAA, ou algo que fuja muito do meu já mencionado (logo acima) gosto pessoal. Estes foram os jogos que mais me dediquei, sendo assim, os meus favoritos deste ano. Sem mais delongas...
Na próxima terça (25), teremos uma grande atualização de SFV: a inclusão de Abigail como novo personagem revelado nas finais da EVO 2017, três cenários "novos" e três roupas da coleção Nostalgia para Ibuki (versão SF3), Alex (SF3) e Juri (SSF4). Embora o novo personagem tenha sido muito criticado pelo seu tamanho e design, aposto que em seis meses o povo esquece sua extravagância e seu contraste com a sua versão original de Final Fight (1989).
O nome feminino do gigante da Mad Gear é uma referência ao álbum de mesmo nome da banda King Diamond, lançado em 1987 - o mesmo ano do primeiro Street Fighter. O visual do monstro ainda remete ao estilo adotado pela banda dinamarquesa. Depois do Sodom, dá pra ver que a galera do design conceitual da Capcom realmente curtia o metal ocidental e suas excentricidades:
Abigail será um belo rival para Zangief e Birdie. E quantos aos cenários?
Muitos sabem que a Evolution Championship Series (ou EVO) tornou-se o maior evento dedicado aos jogos de luta no formato de torneio aberto, onde qualquer jogador de qualquer parte do mundo pode se inscrever e disputar o enorme prêmio em dinheiro e a glória na exigente comunidade dos fighting games. Só que nem sempre foi assim.
Esse ângulo perdurou muito nas filmagens de torneios dos anos 90 e 2000...
Preparado para o Round 1? Sejam bem-vindos ao início da história da EVO!
SPOILER ALERT: Muitos vídeos com as malditas câmeras laterais e scanlines subindo na tela!
Hoje o assunto é gameplay. Ainda que sua jogabilidade tenha se baseado na engine de Mortal Kombat (2011), Injustice é um game que possui controles diferenciados para outros jogos tradicionais como Street Fighter, The King of Fighters e o próprio MK. Essa diferenciação inclui mecânicas de interação com objetos na tela e golpes que mandam o oponente para serem rebatidos e que te possibilitam acertar ainda mais combos no coitado voando de volta para você. Sem falar nas poderosas e longas transições de tela. Mas para nós jogadores de fighting games clássicos, o quão Injustice é diferente ou "travado" como uma parte da comunidade refere-se a ele?
Essa postagem é uma análise de um jogador muito recente da série. Leia com cuidado e sem preconceitos. Mas não deixe de discordar da minha opinião comentando aqui no blog.
Essa pergunta parece sempre ser a primeira de muitas que surgem a cada novo game do único ouriço azul que é anunciado. Para este ano de 2017, a Sega está prestes a ganhar mais dinheiro, desta vez com dois jogos: Sonic Mania e Sonic Forces.
O primeiro é voltado aos maníacos por nostalgia que conheceram Sonic em sua forma mais aceita: visão lateral, sprites 2D e foco na jogabilidade. O game é uma nova visita a fases clássicas como Green Hill (1ª fase de Sonic 1) e Flying Battery Zone (2ª fase de Sonic & Knuckles). Muitos sites que analisaram o gameplay de Sonic Mania dizem que o jogo não é só uma compilação de fases clássicas ou um remake dos primeiros jogos. Eles reconhecem que as fases são novos desafios e nelas acontecem um revezamento entre "aqui eu conheço" e "opa, essa parte não tinha". Confira por si próprio:
Daí surge Sonic Forces. Afinal, depois do show de nostalgia para agradar os jogadores que provaram a era 16-bits de Sonic, a Sega não deixaria na mão aqueles que experimentaram a série pela primeira vez em jogabilidade 3D, principalmente com Sonic Adventure ou Sonic Generations. Tanto que pelo trailer mostrado ele parece muito com o que seria uma fase adicional de Generations ou Colors, jogos que a Sega diz terem sido sucesso nessa era moderna do ouriço. Sonic Mania parece que roda até num Mega Drive. Já Sonic Forces parece acontecer diante de um apocalipse urbano com lindos gráficos 3D e precisará dos consoles de nova geração:
Sonic Mania será lançado na metade deste ano, enquanto Sonic Forces será um presente de natal. Diante dos dois trailers, parece que a Sega está se esforçando ao máximo para deixar seu mascote dos anos 90 no topo dos melhores games do ano. E por incrível que pareça, ela nunca deixou de tentar isso. Mas pra piorar essa postagem tratando-se da pergunta no título, eu, que sou um grande fã do Sonic, não tenho nenhuma boa expectativa para os dois jogos desse ano, mesmo sabendo que irei jogá-los justamente por ser fã de Sonic. E por quê?
Neste final de semana acontecia na França mais uma etapa da Capcom Pro Tour, o Ultimate Fighting Arena 2017. Para quem não conhece o CPT, basta dizer que é o maior evento específico de Street Fighter V que possui várias etapas durante o ano e que no final dele reúne os vencedores desses torneios regionais para um grande torneio mundial com a maior premiação para SFV.
Ontem e hoje a competição teve suas partidas registradas no canal Capcom Fighters no YouTube. Entre os oito primeiros colocados tivemos os japoneses Haitani (Necalli), Itazan (Zangief) e Tokido (Akuma); os taiwaneses GamerBee (Necalli) e Xiao Bao (Necalli), o americano Filipino Champ (Dhalsim) e o sul-coreano Verloren (Cammy). Sete asiáticos e um americano.
Estamos às portas de um novo update de Street Fighter V, que promete equilibrar a jogabilidade e diminuir um pouco mais as reclamações do players, inclusive a de profissionais como Infiltration, campeão da última EVO, o maior torneio de fighting games do mundo.
A galera do canal do YouTube VesperArcade está fazendo testes na mais nova versão de Street Fighter V, chamada de CFN Beta. Ela funciona como testes para jogatina online e contém todas as funções do jogo pago por tempo limitado até 3 de abril. Acesse aqui o download pela Steam. Veja o vídeo que mostra algumas novidades que estão por vir em uma atualização para o mês de abril:
O mais novo The King of Fighters foi lançado em agosto do ano passado com muito conteúdo em jogo, ao contrário de seu maior concorrente, Street Fighter V. A SNK trouxe KOF XIV com 50 personagens desde seu lançamento e todos os modos de jogo que se esperam de um game de luta, inclusive o Arcade Mode misturado com modo história.
KOF 14 tem poucos 'bonecos', dá pra enjoar rapidamente...
Porém, o jogo da Capcom que tinha sido lançado alguns meses antes continuou a atualizar seus conteúdos e hoje se encontra na denominada Season 2. A SNK disse à imprensa ano passado que não tinha DLC previstos em seus planos. Mas ainda bem que aquilo não era verdade (ou não tinha sido decidido).